sexta-feira, 14 de novembro de 2008

DA GRAÇA - o boteco é uma graça e os petiscos também



Acabei de chegar de um restaurante aqui na Barra, lugar novo que conheci a convite da Paula - a quem daqui a pouco terei de dividir uma co-autoria nesse blog.


Mas peço licença para falar desse local depois, amanhã, pois hoje quero homenagear, atrasado, uma grande amiga, querida, que eu adoro muito, a Nat.


Foi aniversário dela na última quarta, dia 12. E fomos nós, a convite dela, comemorar no Da Graça, no Horto. Nunca havia ido, mas senti que a maioria das pessoas que trabalham comigo, ao que Nat sugeriu o local como ponto de encontro, ficaram animados, eram locais por ali.


Cheguei com fome pois nesse dia quase não almocei. Em plena Pacheco Leão, a mesa reservada era na rua, mas de onde se ouvia o som ao vivo tocado no bar. Um som que a meu ver, não combina muito com o local. Quase desanimado. Mas que o som era de qualidade, isso era. Também, pudera! Sete Reais de couvert artístico!. Sim, vá preparado.


Voltando ao que interessa, os comes do Da Graça. Cheguei com Paula e Roichman (esse da foto ao lado, com a vedete do lugar, a pizza de tapioca) dispostos a experimentar. Fomos de petiscos e fizemos um rodízio. Para completar nossa fome, Luiza se juntou ao grupo pra que não fizéssemos feio. "Quero ver isso no blog", pedia a aniversariante.


Começamos com a pizza de tapioca recheada de carne seca. É o que mais sai. Mas achamos todos a massa muito dura. É preciso comer na mão por que faca ali não vai. Fomos pro bolinho ana maria, de aipim recheado de ovas de salmão. Pra mim, foi o top de tudo o que comi. É interessante a mistura, os gostos se fundem e as bolinhas das ovas explodem na sua boca.




Depois, pedimos a trouxinha de shimeji mas estávamos crente que eram trouxinhas mesmo. Não, era uma única trouxa, de alumínio, com shimeji dentro, como nos japoneses da vida. Gostoso, mas a gente estava preparado pro novo, que não veio.


Fomos então de samoosa, um pastel assado recheado de couve e gorgonzola. Me pareceu apetitoso. E era, bem saboroso. E olha como veio lindo, com folhas de couve cortadas em forma de trevo de 4 folhas. Uma Graça mesmo!


Fiquei na vontade de partir para o rolinho very well, mas as pessoas da mesa quiseram dividir um prato principal que era o arroz de jasmin, com camarão, manga e ervas. Um único prato com 4 garfos. Foi uma festa. E foi bom. Bem picante, a manga um pouco verde ficou num contraste bom, mas o camarão era pequeno demais, parecia meio congelado. Achamos até saboroso, mas caro pro que veio.


Terminamos por ali mesmo, adoçando a vida com um pedaço de bolo da Parmê, que a Nat trouxe. Nat, foi ótimo poder estar com você no seu aniversário, fazendo parte dessa mesa de amigos que você juntou. Obrigada pelo privilégio.



Conclusão do Da Graça: bom, bonito e não tão barato assim. Por conta do camarão pequeno e do couvert artístico, cobrado no susto, sem estar especificado no cardápio e pelo valor alto (convenhamos, sete reais???!!!), colher de chá para ele!


Para o niver da Nat, colher de sopa das grandes!!!!


bjs

3 comentários:

Anônimo disse...

Estava tudo uma delicia mesmo! Melhor ainda estar com amigos tao queridos! Muito bom, Nat. Lu, suas colocacoes foram perfeitas!
bjs, Paula

FERNANDA TEIXEIRA disse...

Já fui lá e tive a mesma impressão que você: a música REALMENTE não combina com o lugar...hahahaha
Mas ali tem um mojito maravilhoso e o clima é bem gostoso!
Beijos

Anônimo disse...

Bom, sem querer estragar a festa. Adorei o aniversário da Nat, mas, quanto ao lugar, o que salva é a decoração. Achei que eles tentaram incrementar o cardápio, fazer coisas diferentes e tal... Provamos quase o cardápio inteiro e não achei nada realmente incrível. As vezes o simples bem feito vale mais do que o metido a besta sem sal. Adorei a companhia de todas, temos que repetir mais vezes! Bjs Roichman